Artígos

Pentecostes

pentecostes

 

Só para iniciarmos, vejamos o que está escrito em l aos Coríntios cap. 13 ver, 1. "Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse caridade, seria como o metal que soa ou como o sino que tini". Nosso irmão Paulo escreveu línguas dos homens e dos anjos, logo, o espírito santo pode se manifestar das duas formas.

Só para ilustrar o nosso assunto, vou escrever-lhes algo que Deus permitiu que acontecesse comigo. Certa feita, o Senhor preparou uma viagem para determinada cidade e me deu forças para ir ao santo culto. Lá chegando, fui possuído de uma dor de cabeça terrível. Fiquei quietinho no meu banco, mas o senhor me revelou a sua palavra. O servo de Deus que estava na presidência, insistiu muito para que eu levantasse. A dor era insuportável. Falei com o Senhor em meu coração; se tu queres realmente que me levante para pregar a tua palavra para teu povo, permitas que eu seja liberto desta tão forte dor. Para os irmãos ter uma idéia da dor que estava sentindo, eu já estava com ânsia de vômito (perdão pela palavra). Após ter falado com Deus, na mesma hora, como alguém tira uma camisa, assim, o Senhor tirou a minha dor. Foi essa a minha sensação. No meio da pregação, o Senhor começou a me usar em línguas, em aramaico mais precisamente. Lá na frente explico o porquê da afirmativa. Tentei segurar-me, impedir a manifestação do espírito de Deus. Se algum irmão fala línguas estranhas, que haja quem possa interpretá-las. Mas sinceramente irmãos, não foi possível controlar o espírito santo e durante aproximadamente uns dois minutos, Deus me usou em línguas. Deus sabe que fiquei um pouco preocupado em função da irmandade, embora a presença de Deus tenha tomado a igreja.

Terminado o santo culto, um irmão negro, de feiçôes finas, aproximou-se de mim e falou alguma coisa na língua que Deus havia me usado durante a palavra. Eu disse para ele: não sei o que o irmão está falando. Então ele me perguntou se eu falava o aramaico e eu respondi que não. O irmão com lágrimas nos olhos e acompanhado de outro irmão, disse-me assim: nós viemos buscar de Deus uma resposta hoje. Para ele, apontando para o outro irmão, o Senhor respondeu em português, mas para mim, que sou judeu etíope, e trabalho no ministério de ciências e tecnologia aqui no Brasil, Deus falou em aramaico tudo o que viemos buscar, mostrando a palma da sua mão toda escrita, segundo ele, em aramaico, o que o senhor havia respondido.

Fiquei em paz e alegre diante de Deus.

Sabemos que muitos que falam em línguas hoje, nas igrejas, falam realmente coisas sem nexo, que para aqueles que têm o discernimento da parte de Deus, percebem que não vêem de Deus. É coisa estranha, espírito de imitação, quando não são outras coisas piores. Mais nós sabemos que o dom de Deus existe e se manifesta na hora em que ele quiser. E o melhor, sem levar histeria para o meio do povo. Tenho a certeza que os irmãos me entenderam.

A possibilidade de Deus se usar de um servo sem conhecimento da palavra para dar recados ao outro que é conhecedor da mesma, tendo ele, o irmão sem conhecimento, a interpretação do que Deus lhe tenha dado de falar em línguas;

Sinceramente não vejo nada demais numa obra assim, visto que, os discípulos eram pescadores, a exceção de Judas, sem cultura e, no entanto Deus falou através deles em línguas estranhas. E com certeza, nem sempre no idioma de quem as ouviu. E o mais importante:

Precisamos do dom de discernir os espíritos. Não somente em relação ŕ linguagem falada nas igrejas, mas também, em relação ŕs pregaçôes. Quantas vezes os irmãso já ouviram Deus falar em português nas igrejas e quantas vezes, viu o homem falar também em português nas igrejas? Muitas, não é verdade?

Perigoso, é ouvir e andar de acordo com os preceitos humanos. Sem perigo, é ouvir Deus falar e andarmos de acordo com os seus ensinamentos.

Seja em português, aramaico, inglês, francês, árabe, ou qualquer outra língua, desde que seja Deus falando é glorioso e edificante.

O Velho

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